Bio
Flavio Barollo
Artista e ativista socioambiental
Mini bio 1
Artivista socioambiental, videoartista e performer. Cruza artes cênicas, audiovisuais, tecnologias emergentes e ativismo. Cofundador do coletivo (se)cura humana, desenvolve seu trabalho a partir das urgências climáticas — sobretudo em centros urbanos em colapso — criando ações de insurgência e hackeamento poético. Suas criações articulam corpo, natureza e ruínas da cidade como ferramentas de fabulação crítica para imaginar futuros regenerativos e tensionar no presente as lógicas extrativistas e coloniais. Pesquisador de alternativas pós-capitalistas. Destaques recentes: Convite como delegado da UNFCCC da ONU para integrar a Zona Azul da COP30 em Belém; Intervenção performática Banhista de Rios Urbanos, Bienal de Veneza, Stranieri Ovunque (2024); Conexão Água (2024), seleção no SUNCINE (Barcelona) e exibição na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo; Onde há Fumaça: Arte e Emergência Climática (Museu do Ipiranga), participação com a videoinstalação Mergulhos (2024–2025); Seleção de ações no território: Ocupação (se)cura, na Travessa Roque Adóglio, certificada como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura (2025); Lago da Travessa, escultura urbana com água de nascente; Torneira com água de nascente, desprivatização prática da água no cotidiano; Rio Paralelo Tamanduateí, performance-coleta e protótipo de tratamento com soluções baseadas na natureza; Parque Aquático Móvel, happening de banho de rio no asfalto. Seleção de trabalhos recentes: Documentários: Conexão Água, Deserto SP, Cidades Utópicas em um Futuro Ancestral; Performances: Mergulho no Rio Tietê, Piscina do Fim do Mundo, Corpo-Árvore, Legado da Devastação. Publicações e ensaios: Reinventar a cidade: ações artísticas para uma cidade (im)possível (Revista Redobra, UFBA), Ejercicios colectivos de reinvención de las formas de vivir el espacio público (La Escuela, Venezuela), Águas Insurgentes: Artivismo pós-capitalista (Poéticas de las (T)tierras, Rede Sur Brasil-México).
Currículo extendido:
Flavio Barollo é artivista socioambiental, performer e videoartista, cofundador do coletivo (se)cura humana, plataforma de arte e ativismo sediada em São Paulo e fundada em 2015. Sua pesquisa articula rios urbanos, direito à água e imaginação pós-capitalista por meio de performances, instalações no espaço público, cinema documental, videoarte, videomapping e experimentação com Inteligência Artificial, entendida como campo de disputa e contrauso. Entre 2024 e 2025, apresentou o filme Conexão Água no Festival Internacional de Cinema Ambiental SUNCINE (Barcelona) e na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo, além de integrar a exposição Onde Há Fumaça: Arte e Emergência Climática, no Museu do Ipiranga. Em 2024, realizou a intervenção Banhista de Rios Urbanos na Bienal de Veneza (Foreigners Everywhere / Stranieri Ovunque). Foi convidado como delegado da UNFCCC da ONU para integrar a Zona Azul da COP30, em Belém.
Ator pelo Indac (2003-2006), pós-graduado em Direção Teatral pela ESA Célia Helena, sob orientação de Antônio Araújo (2012-13), e com estudos de performance na PUC e USP, com Lúcio Agra e Beth Lopes. Participou do MOLA, grupo de estudos em Arte, Ciência e Tecnologia (2017), e cursou a extensão Mudança Climática, Desastres e Garantia de Direitos da População Atingida, na UFRRJ (2024). Publicou textos na Revista Redobra (UFBA), na plataforma La Escuela (Venezuela) e em Poéticas de las (T)tierras, Rede Sur Brasil-México (2025), e desenvolve pesquisas em parceria com o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB).
Destaques recentes:
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Convite como delegado da UNFCCC para integrar a Zona Azul da COP30, Belém (2025).
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Intervenção performática Banhista de Rios Urbanos, Bienal de Veneza, Stranieri Ovunque (2024).
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Conexão Água (2024), seleção no SUNCINE (Barcelona) e exibição na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.
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Onde há Fumaça: Arte e Emergência Climática (Museu do Ipiranga), participação com a videoinstalação Mergulhos (2024–2025).
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Ato-performance Legado da Devastação, a convite do SOS Mata Atlântica, em frente ao Theatro Municipal de São Paulo (2025).
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Ocupação (se)cura, na Travessa Roque Adóglio, certificada como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura (2025).
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Publicações na Revista Redobra (UFBA), La Escuela (Venezuela) e Poéticas de las (T)tierras (Rede Sur Brasil–México), além da condução da residência artística Cidades Utópicas e (im)possíveis (2024).
Em trabalhos recentes na performance:
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Corpo-Árvore, direção artística de Flavio Barollo, com Flavio Barollo, Jeferson Rogério, Malu Avelar e Wellington Tibério. Estreia no Sesc Pompeia (2023) e apresentação na Galeria 9 de Julho, na exposição REFUNDAÇÃO, curadoria de Lucas Bambozzi (2024–2025).
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Simulação de um Levante, ato-performance em memória às vítimas de Brumadinho (2024).
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Ouro Branco: Lítio (2024), desenvolvido na Residência artística ÉClima, no Condô Cultural (2024)
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Piscina do Fim do Mundo, direção artística de Flavio Barollo, com Flavio Barollo, Wellington Tibério e Loop B, reapresentação no Sesc Pompeia (2023), com circulação entre 2017 e 2023.
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Parque Aquático Móvel, performance/happening pelo coletivo (se)cura humana (2015–2023).
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Mergulho no Rio Tietê, com cobertura da GloboNews e reportagem no jornal O Estado de S. Paulo (2015).
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Banhista de Rios Urbanos, intervenção performática realizada em diferentes contextos urbanos, apresentada na exposição Onde há Fumaça: Arte e Emergência Climática, no Museu do Ipiranga (2024–2025), e na Bienal de Veneza, edição Estrangeiros em Todas as Partes (Stranieri Ovunque) (2024).
Instalações e esculturas urbanas:
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Lago da Travessa, instalação com água de nascente na Ocupação Travessa, Travessa Roque Adóglio (desde 2017).
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Torneira do Água Preta, torneira pública com água de nascente na Ocupação Travessa (desde 2018).
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Poço do Água Preta, instalação territorial no córrego Água Preta, São Paulo.
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Rio Paralelo Tamanduateí (2019), instalação com coleta, tratamento e exposição da água do rio em lago límpido.
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Documentário-longa Cidades Utópicas em um Futuro Ancestral (2025), direção e edição.
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Curta Conexão Água (2024), direção, seleção no SUNCINE (Barcelona) e exibição na 14ª Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo.
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Curta-metragem Deserto SP (2023), roteiro, direção, fotografia e montagem.
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Documentário Parelha, um olhar sobre a realidade, do coletivo P.A.R.E.L.H.A (2024), direção audiovisual.
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Documentário Vou contar uma história que nem sei como começar, da Cia do Tijolo (2021).
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Tá Tudo Treta e Poesia Rege, da Cia do Tijolo, direção com Dinho Lima Flor, Karen Menatti e Rodrigo Mercadante, documentário experimental (2020).
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Documentário Brasil de Tijolo (2015).
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Curta Véio, uma história de Alberto Barollo (2008), vencedor do Festival de Cascavel, melhor filme júri popular.
Como videoartista/criação audiovisual e videomapping:
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Deeper, de Janaina Leite (2024), criação audiovisual e videoarte.
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Poda (videoclipe) e Abismal (videoarte), com Sandra-X (2024, 2022).
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Cena Ouro Epide(r)mia, da Cia Mungunzá (2023), videomapping e Inteligência Artificial.
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Ópera Urbe Política Cínica, do Coletivo Ópera Urbe (2021), video manifesto e videoarte.
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Ex-Reality, da Ex-Companhia de Teatro (2020), videoarte e plataforma ao vivo.
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Poema em Queda-Live, da Cia Mungunzá de Teatro (2020), videoarte e plataforma ao vivo.
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Projeções e videomapping em O Avesso do Claustro, da Cia do Tijolo (2016-2023), Jaz (2018), Carta 1 (2017).
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Clipes (seleção): Qualquer Prego (Zeca Baleiro e Zimbher), Baião na Janela (Ceumar e Jonathan Silva).
Como ator no audiovisual estão:
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Série Irmandade (Netflix/O2 Filmes), como personagem Luis (Fiscal da Prefeitura), em cena com Naruna Costa, Lee Taylor e elenco da obra. Direção e roteiro de Pedro Morelli;
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Série Assédio (Globo), como advogado Gregório Viana, amigo de Ronaldo (Felipe Camargo) e Eugênia (Paula Possani). De Maria Camargo com direção de Amora Mautner;
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Série Supermax (Globo), como Almir (Secretário de Saúde e infectologista). Em cena com Giulio Lopes, Paulo Gabriel, Mariana Ximenes e Cleo. Direção de José Alvarenga;
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Série O Negócio (HBO), de Luca Paiva Mello e Rodrigo Castilho;
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Longa O Filme dos Espíritos, de André Marouço, como personagem Dante.
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Ópera Urbe Peste Contemporânea, do Coletivo Ópera Urbe, musical com dramaturgia e músicas de Carlos Zimbher e direção de Rogério Tarifa. Personagem Boi (2017-2023);
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O Avesso do Claustro, da Cia do Tijolo, direção de Rodrigo Mercadante e Dinho Lima Flor (2016-2023);
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Condomínio Nova Era, da Digna Companhia, dramaturgia de Victor Nóvoa e direção de Rogério Tarifa. Personagem Homem de Fora (2014-15);
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Credores, da Cia Mamba de Artes, texto de August Strindberg, com Bruno Perillo, Carolina Mânica, Flavio Barollo e Bela Alzira (2013);
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Brincando com Fogo, da Cia Mamba de Artes, texto de August Strindberg, personagem Axel (2012-13);
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Novelo, texto de Nanna de Castro, direção de Zé Henrique de Paula. Com Alexandre Freitas, Fábio Cador, Flavio Barollo, Flavio Baiocchi e Elvis Shelton (2012);
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Espectros, da Cia Mamba de Artes, texto de Henrik Ibsen, adaptação de Ingmar Bergman, direção de Francisco Medeiros, personagem Oswald (2010-11);
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O Pelicano, da Cia Mamba de Artes, texto de August Strindberg, direção de Denise Weinberg (2008-2010).
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EP (se)cura com água, do (se)cura humana, com 5 músicas, lançamento em 2023;
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Banda Tribororo, com Zimbher, Karen Menatti, Flavio Barollo, Felipe Chacon e Well Tibério (2015-17).
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Entrevista para o programa Arte1;
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Entrevista para o programa Metrópoles da TV Cultura;
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Entrevista para a GloboNews e programa inteiro do Reporter Eco da TV Cultura.
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“Reimaginar a cidade” para a Revista Redobra (UFBA), com Wellington Tibério
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“Ejercicios colectivos de reinvención de las formas de vivir el espacio público” para plataforma La Escuela (Venezuela);
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“Águas Insurgentes: Artivismo pós-capitalista”, para Poéticas de las (T)tierras, Rede Sur Brasil-México (2025)
